A vida é sagrada
Não há motivo maior para tanto
Senão amá-la em demasia
Por isso trêmulo em êxtase
Semelhante ao Rei do Morro
Puxo uma fatídica palha
Em evoé a minha amada
Assim sigo no mergulho meditativo
Do caos diuturno dos dias
Esperando as Cavalgadas das Valquírias
Ou a Valsa dos Cisnes
Dentre outras tantas orquestrações
Na eterna alegria melancólica
De saber que o mundo em suma
É um simples e efêmero moinho.
The Windmill - Wijk bij Duurstede (1670)
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